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From Iron to Blood // Rafael Moura

por Roku em Qui Jun 02, 2016 12:13 pm

Roku

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Raphael perdeu os pais indo para a cidade república. Ele ainda não superou isso, afinal, aconteceu à menos de uma semana. Ele não conseguiu recuperar seus corpos, eram muito pesados, mas o garoto simplesmente foi até a cidade com uma pequena quantidade de ouro e um pouco de alimento. O sol batia forte em seu rosto, e quando chegou ao amontoado de pessoas ele estava suando muito, e fedendo. Havia sangue em sua roupa, mas isso era comum entre os moradores da cidade. E por isso ninguém olhou para ele com jeito estranho, a não ser talvez, os policiais.
 
Mas o garoto se misturou à multidão. E por hora não iria arrumar problemas. Ele não sabia para onde seus pais iam ao vir para cidade República, se iriam alugar uma casa, se já tinham alguma moradia ou não. Eles morreram antes mesmo de falarem algo para o garoto, e agora o recém órfão chi-bloqueador, estava sozinho em uma cidade onde isso, poderia ser seu maior erro.
 
Ele tinha que arrumar um lugar pra morar, e um jeito de conseguir dinheiro o quanto antes. Como aprendiz de seu pai, ele já ouviu algumas coisas. À noite, quando o sol some por completo no horizonte e a lua ainda não ilumina a cidade, existem pessoas que procuram por certos... Trabalhos. Mas ainda era meio dia, e o estômago do garoto roncava com fúria, e a comida que ele teve até chegar na cidade república acabou.
 

O jeito era encontrar algum lugar para se alimentar, e viver. Enquanto anda pela cidade, o garoto encontra algumas placas de restaurantes e hotéis, a maioria caros. Mas também, encontra uma ou outra pousada onde podia fazer os dois, comer e tomar um banho até decidir o que fazer para conseguir dinheiro. Com o ouro que tinha, talvez o garoto conseguisse sobreviver por uma semana em alguma pousada, ou um dia em um hotel e se alimentando no restaurante. Tinha que decidir o que fazer. 



Obs: Essa história, é logo em seguida à sua ficha. Interprete tudo que você faz, pois terá consequência na história do seu personagem. 



Now I see fire, Inside the mountains, I see fire, Burning the trees
And I see fire, Hollowing souls, And I see fire, Blood in the breeze
And I hope that you remember me...
#1

Raphael Moura

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A Cidade República era legal. Eu até gostaria de ter mais tempo e dinheiro para explorá-la, mas eu estava completamente sujo de sangue e poeira do deserto. As pessoas pouco me observavam, mas alguns policiais me observaram de cara feia. Eu não tinha motivo para me preocupar com eles. Ainda.

Eu tinha muito pouco dinheiro e precisava de trabalho logo. Um hotel mais caro seria uma solução melhor, porém só teria um dia nele. Já uma pousada, poderia ficar por uma semana lá comendo e tomando banho. Era melhor a pousada mesmo.

Meu estômago ronca, o que me deixou tentado a escolher os hotéis super caros, afinal, era comida da melhor qualidade. Mas ainda assim, meu lado lógico sabia que não daria muito certo. Sigo até uma dessas pousadas mais baratas, onde desse para eu ficar pelo menos uma semana por lá e procuro comer alguma coisa e tomar um banho.

O sol do meio-dia era escaldante, então ficaria durante um tempinho ali na pousada e aproveitaria para procurar informações de pessoas que pudessem me oferecer um trabalho de caçador de recompensa ou assassinato. Geralmente nas pousadas mais baratas os mais sujos e vingativos se reuniam. Esperaria encontrar algum tipo de informação que me levasse ao meu primeiro cliente.

#2

Re: From Iron to Blood // Rafael Moura

por Roku em Qui Jun 02, 2016 3:55 pm

Roku

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Raphael procurou uma pousada um pouco mais pobre, e com a roupa um pouco suja de sangue, mas ainda mais suja de terra e suor, ele entrou numa construção alta de madeira e com sua adaga escondida. Uma senhora estava na recepção, e ela se assustou um pouco com a entrada brusca do não-dobrador, talvez o confundisse com um bandido. E quem sabe, ele realmente o fosse. Mas não ainda. O garoto pagou por um quarto, e o almoço ainda estava servido na pousada. Foi caro, mas ele conseguiu pagar uma estadia de uma semana. (-80 ouros)
 
O almoço ainda estava servido, e o garoto foi até a cozinha livre da pousada e se alimentou mesmo sujo, como se sua vida dependesse disso. E realmente dependia. Ao terminar, sua barriga estava completamente estufada. Então, Raphael foi até seu quarto e tomou um banho de banheira. A pousada não era tão ruim afinal de contas. Ao sair da banheira a água estava marrom de tão suja, mas o garoto estava limpo pelo menos. E com certeza menos fedido.
 
Pegou na sua mochila algumas roupas que havia trazido para a nova moradia. E tinha somente um uniforme de chi-bloqueador. Seu pai disse que ele ainda não deveria usar, apenas quando completasse seu treinamento que seria digno o suficiente. Mas seu pai estava morto agora. Porém, se vestiria a roupa suja novamente ou se vestiria o uniforme de Chi-Bloqueador, ele mesmo quem iria decidir.
 
Raphael desceu a escada novamente depois do banho, e tentou pegar informações na pousada. Mas ali haviam apenas pessoas de bem, e na verdade elas se sentiram ofendidas com as perguntas ‘diretas’ que o garoto fazia sobre assassinato. Com certeza, isso seria um problema mais tarde. Afinal, um assassino não procura trabalhos... O trabalho tem de vir até ele. Mas até isso acontecer, ele teria que montar uma reputação. E para fazer uma reputação, ele teria que fazer algumas coisas significantes.
 
E por isso, que quando o sol se escondeu no fundo do horizonte, o garoto saiu em meio à luz dos postes, em busca de alguém disposto a pagar por alguma coisa. As ruas estavam quase vazias, apenas uma pessoa passando aqui e ali, na maioria das vezes um bêbado caindo e dormindo ali mesmo. O cheiro de mijo e vômito nas ruelas da cidade passava uma má impressão para Raphael. Mas ele era um garoto que queria se tornar um assassino... Isso significa que ele também não parecia alguém muito respeitável.
 
Ele lembrava-se de pouco das conversas que tinha com seu pai, afinal essa forma de ganhar dinheiro era repentina, e surgiu por pura raiva e necessidade. Mas seu pai havia dito que os bares noturnos são os lugares perfeitos para se conseguir um dinheiro extra. E por coincidência, o garoto andou o suficiente para ouvir ao longe o som de música lenta tocando em um bar iluminado.
 

Raphael entrou ali, e se deparou com um bando de brutamontes bebendo. Alguns em mesas individuais, outros em banquinhos no balcão. Mas era uma bela quantidade de pessoas. O mais curioso, foi ver a grande variedade de cores naquele lugar. Haviam dobradores de terra, água, e etc... Até alguns monges, para a surpresa de Raphael. Talvez aquele lugar não fosse o lugar certo. Era o que ele pensava, até ver que misturados entre as multidões haviam algumas pessoas com uniformes de chi-bloquadores. E no fundo do bar, oculto em sombras, havia um quadro com vários papéis de recompensa e rostos. Alguns pareciam serem colocados pela polícia, e outros pareciam ser trabalhos variados. Restava ao garoto decidir o que fazer. 



Now I see fire, Inside the mountains, I see fire, Burning the trees
And I see fire, Hollowing souls, And I see fire, Blood in the breeze
And I hope that you remember me...
#3

Re: From Iron to Blood // Rafael Moura

por Raphael Moura em Qui Jun 02, 2016 10:33 pm

Raphael Moura

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Ok... era óbvio que ninguém lá na pousada estaria querendo matar alguém. De qualquer forma, tomei um banho e comi o suficiente para ficar bem. Com a chegada da noite, eu decido sair da pousada e procurar por alguma coisa. Escutei que bares à noite ficavam mais... estranhos. Sigo, então, até um desses bares, me guiando pela música alta que tocava.

No fundo do bar, um mural com alguns cartazes, que indicavam alvos da polícia ou trabalhos aleatórios. Me aproximo do mural, procurando por alvos, teoricamente fáceis de serem rastreados e assassinados. Talvez os procurados pela polícia ou até mesmo algum trabalho mais interessante do que apenas assassinar, mas que envolva morte também.

Não colocaria a vestimenta dos chi-bloqueadores, por mais que existisse gente como eu ali, também existiam os dobradores. Eles não pareciam muito amistosos entre si, mas não criavam problemas. Por enquanto, eu trabalhava sozinho.

Procuraria por um trabalho acessível e um pouco rápido para mim. Ficaria atento ao meu redor e nas pessoas que eu fosse passar perto. Andaria focado, e não as olharia diretamente, apenas usaria minha visão periférica para me deixar atento à elas.

#4

Re: From Iron to Blood // Rafael Moura

por Roku em Sex Jun 03, 2016 2:43 pm

Roku

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Raphael decide ser quase invisível entre aquelas pessoas. O garoto anda entre os bêbados e brutamontes sem nem sequer dar um pio. Ele olha homens musculosos se achando, e homens magricelas com olhares mais perfurantes que uma espada. Algumas pessoas pareciam mais assustadoras que o próprio diabo. Por algum motivo, o lugar fazia o garoto desejar redefinir sua noção de periculosidade.
 
Enfim, ele anda pelo bar em direção ao quadro de missões. E desenhado em uma folha de “Procura-se” ele viu o rosto de um magricela, que não parecia tão perigoso, e provavelmente não era, afinal a recompensa por captura-lo era a mais baixa de todas. Haviam outros com o fator de ‘vivo ou morto’, mas pareciam perigosos e fortes o suficiente  para esmagar a cabeça de Raphael em um único segundo. De todos os trabalhos, esse com certeza era o único que ele poderia fazer sem acabar sendo morto no processo.
 
Raphael arranca a folha do quadro, e segura em suas mãos, tomando para si o trabalho. Mas de repente, enquanto ele segura a folha. Como se uma pedra atingisse seus braços, uma mão arranca a folha de suas mãos. Era um homem grande, com vestimentas de dobrador de terra.
 
- Hur Hur! - Sua risada era estranha, provavelmente porque ele era gordo igual uma baleia. - Obrigado, garotinha! - Ele ri igual um porco, com um rosto ambicioso. E sai em busca do trabalho. Raphael não precisava do papel para aceitar trabalho. Mas os homens do bar começaram a rir dele, como se fosse um medroso ou fracote.
 

Restava à ele dizer se ficaria quieto e sairia para investigar sobre o homem procurado, ou se tentaria recuperar a folha e sua honra dentro daquela taverna... Essa era a opção perfeita se ele quisesse construir uma reputação de forte, e não de covarde. 



Now I see fire, Inside the mountains, I see fire, Burning the trees
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#5

Raphael Moura

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Um trabalho. Finalmente. Meus olhos se enchiam de excitação. Até que um certo homem roubou o papel de minha mão. Claro, não precisava dele para cumprir o "job", mas os outros no bar riam de mim como se eu fosse um fracote. Eu poderia matar esse homem pegando-o de surpresa no lado de fora, nas sombras, mas enquanto isso, faria uma pequena cena. Seria divertido, por mais que eu tomasse alguns socos.

- E quem você acha que é... - começo falando um pouco alto, de cabeça baixa, para que todos que estivessem rindo me escutassem. Eles provavelmente ficariam quietos, então eu falaria normalmente: - Pra roubar o trabalho dos outros? Eu vou te dar uma chance de me entregar o papel, senão...

Não completaria. Faria ele ficar confiante de que eu não pudesse fazer nada contra ele ali no bar, e eu realmente não pretendia fazer nada contra ele naquele lugar. Esperaria sua resposta, e caso ele tentasse me bater, eu apenas me esquivaria para um dos meus lados, me focando apenas nas esquivas para ser mais bem-sucedido. Não procuraria bater nele, nem machucá-lo. Em algum momento, eu deixaria que ele me acertasse um soco, enrijecendo meus músculos para minimizar o dano e fingiria estar bem machucado, deixando ele mais confiante de si. Caso ele simplesmente me respondesse algo como "Senão, o que?" e não fizesse mais nada, apenas seguiria com meu plano.

Assim que ele me deixasse em paz, provavelmente seguiria viagem e sairia do bar. Eu sairia também, procurando não perdê-lo de vista e também que ele não me notasse, e me esconderia em sombras que me fizessem ficar invisível aos olhos do tal homem. Ele provavelmente estaria confiante demais para achar que estava sendo seguido. Esperaria até ele virar em algum local mais deserto, e tentaria chegar silenciosamente por trás dele, agachado, mas me movendo um pouco mais rápido que ele, para alcançá-lo. Caso meus passos façam um som alto, eu misturaria o som de meus passos com os passos dele, para que ele não suspeitasse de nada.

Conseguindo me aproximar dele sem ser notado, puxaria minha adaga e pularia, visando fincá-la na nuca do homem e desceria com ela pelas costas, até o traseiro desse desgraçado. Esperava que um ataque surpresa conseguisse fazer um efeito bom contra ele e inclusive matá-lo.

Considerando que eu deixei ele bem confiante em relação a mim, acho que ele não suspeitaria de nada. Ele parecia apenas mais um idiota, eu esperava.

Em todo caso, me manteria atento para que eu não fosse descoberto por ele e se surgisse uma oportunidade de emboscá-lo, eu o faria. Não conhecia muito bem a cidade, então acho que isso não deve acontecer tão facilmente assim. Caso ele morresse com o meu golpe, eu pegaria o papel de trabalho dele e desfiguraria seu rosto, fazendo ser mais complicada a identificação do corpo. Caso ele não morresse, correria para as sombras mais próximas, ou até mesmo atrás de uma parede em que ele não pudesse me ver, e ficaria atento em sua passagem, para que eu o pegasse de surpresa novamente com um golpe que eu tentaria fazer ser mortal em seu peito.

Se tudo desse certo (eu esperava), seguiria até o local de onde eu faria o trabalho, normalmente. Não queria concorrência.

#6

Re: From Iron to Blood // Rafael Moura

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