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Fórum de RPG baseado na animação de Avatar: A lenda de Aang e Avatar: A lenda de Korra.


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Roku

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É fato que todo fim tem um começo, para algo morrer, precisa viver. E para construir sua lenda, todo mundo precisa dar seus primeiros passos. Lhokita, Rukia e Salem, três desconhecidos que concluíram ao mesmo tempo a inscrição para a primeira batalha na Arena amadora. As vezes as coisas acontecem por acaso, uma montanha pode cair ao chão por um pássaro mover uma pedra, um furacão pode começar com o bater de asas de uma borboleta, e o mundo pode ser destruído por três simples dobradores entrarem em uma Arena ao mesmo tempo.

Eles foram guiados a um corredor de pedra, ele era longo, e no fundo dele havia uma imensa luz, como se fosse a salvação de um túnel escuro, ou quem sabe a lâmpada quente que atrai mariposas para eletrocutá-las.

Eles se aproximaram da luz no fim do túnel, indo em direção à arena, ouvindo ao longe um narrador citando seus nomes. E ao chegarem lá, ofuscados por algumas lâmpadas espalhadas nos cantos de forma pobre, eles se decepcionam. Haviam de fato arquibancadas, mas apenas alguns 10 telespectadores. A maioria nem sequer olhava para a área ovalada no centro.

A arena era basicamente uma abóbada de pedra, com arquibancadas que cercavam uma piscina oval com uma plataforma elevada, azul de um lado e vermelha de outro. Uma ponte de gelo levava os dois até aquela plataforma, e quando eles estavam em cima dela, a mesma se desmanchou. 


Imagem da Arena:

Os três novatos estavam na extremidade da parte azul da arena. E do outro lado, no vermelho, haviam mais três dobradores. Um vestia uma roupa vermelha, o que indicava que provavelmente era um dobrador de fogo, e os outros dois eram definitivamente dobradores de terra.

Na plataforma da arena, havia algumas tochas e pedras dispersadas, junto com alguns baldes de água(apesar de ter a piscina lá em baixo). Era o suficiente para uma batalha.

-
Senhoras e Senhores! – Disse um narrador, desanimado. – Apesar de essa arena ser utilizada para batalhas profissionais, essa luta não seguirá as mesmas regras. Cada um poderá circular nos lados livremente. As formas de vencerem é desmaiando, ou derrubando todos os adversários do time inimigo. Se você cair, ou desmaiar, está fora.  

O narrador pede para eles se prepararem, e cada um toma sua posição de batalha. Um gongo soa, e o narrador grita. “Comecem!”.
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Obs: Ambos os times estão nas extremidades, separados a 20 metros 1 dos outros. 



#1
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Eu não me lembro o motivo pelo qual eu me encontrava neste lugar neste dia. Talvez fosse algo planejado, talvez fosse o somente o destino com suas arte-manhas.
Mas me lembro de assistir algumas lutas profissionais com meu pai na arena pró-banding e estar ali me dava um gosto de nostalgia um tanto diferente.

Atravesso o corredor que me separava de meu primeiro desafio como lutadora e não deixo de ficar cada vez mais nervosa a cada passo. Ainda não tinham me acostumado completamente com o uniforme e talvez isso fosse um problema, contudo, tento não me prender à detalhes que me atrapalhariam.

Ver a pequena ponte de gelo aparecer e se desfazer me faz pensar se eu teriam a capacidade de fazer algo simples como aquilo. Eu realmente deveria estar ali?

Acordo de meus devaneios com o narrador gritando para que a luta começasse.

Dois dobradores de terra e 1 de fogo? Seria algo inovador de se ver.
A primeira coisa que eu faço é trazer um pouco da água dos baldes para perto de mim. Como eu não sou experiente, e muito menos confiante, espero o primeiro movimento alheio. Talvez eu pudesse desvendar algo sobre a estratégia deles se os observasse.
Sendo assim fico atenta a me esquivar de alguma pedra e/ou bola de fogo que vier em minha direção. Em seguida, tento atirar uma bola de água na direção das pernas do oponente que estiver mais perto de mim e tento congelá-lo sob seus pés.
Minha primeira investida seria uma sucessão de testes e análises. Primeiramente para testar o quanto meu nervosismo me impediria de agir (vulgo não sei quanto poder eu tenho), e segundamente para ver quanto nossos inimigos eram bons em relação à novatos como nós.
Se desse certo, a probabilidade de meu inimigo escorregar seria grande, e sua falta de equilíbrio seria um fator importante.

Depois de meu ataque, volto para posição de defesa, recolhendo mais água ao meu redor.

#2
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Muitas vezes ouvira falar da tal arena amadora, novos dobradores saiam de lá em busca de se tornarem lendas. Comigo não era diferente... ou talvez só buscasse evoluir minha dobra de ar. Sigo então pelo corredor escuro e aparentemente traiçoeiro, uma luz no fim do túnel indicava meu primeiro desafio... Seria eu capaz de realizá-lo? Já tinha me acostumado com meu novo uniforme, era até confortável e leve.

Quando passo pela ponte de gelo, imagino se fora feita por alguém e apenas confirmo isso quando a mesma se desfaz... seria aquilo um esforço enorme? Queria realizar algo do tipo um dia... tendo isso como inspiração, foco no desafio.

Enquanto o narrador explica a situação que já me era familiar, encaro meus oponentes e vejo que eram dois dobradores de terra e um de fogo... talvez seja uma combinação perigosa, se tem uma coisa que havia aprendido assistindo lutas era que nunca se deveria subestimar os adversários. A primeira coisa que faço é me concentrar, esperaria uma primeira ação vinda dos mesmos e quando ocorresse estaria pronta para uma manipulação de ar simples, talvez um uma rajada fraca para afastar um suposto fogo... dependeria da atitude dos mesmos.

Todavia ficaria atenta nos três, não queria ser pega de surpresa então se necessário me esquivaria de alguma bola de fogo ou pedra, estava curiosa para saber se eram dobradores iniciantes, assim como nós. Enquanto me concentro, estudo-os para ter uma ideia de movimentação ou estilo de luta.. estava ali para aprender e realizar.

#3
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Ouvira um dia destes a uns forasteiros, enquanto andava pelas ruas, que haveria uma tal "luta amadora" numa das arenas de pro-bending da cidade. Os meus olhos abriram-se rapidamente ao ouvir que haveria uma recompensa para a equipa vencedora, talvez fosse dinheiro, coisa que me faltava no momento já que a atual relação com os meus pais não me possibilitava perdi-lhes qualquer quantia sem ouvir sermões. Tentei então informar-me melhor do que ouvira indo até à arena e parecia que os rumores estavam certos.  Por sorte faltava um dobrador de terra numa das equipas então aproveitei a oportunidade e inscrevi-me.

Minutos depois traziam-me um uniforme que mais parecia uma armadura, coisa a que não estava habituado pois estava acostumado a dobrar com movimentos suaves, apesar de a dobra de terra se caracterizar por movimentos rígidos e decisivos. Vesti o uniforme e olhei em volta, vendo duas meninas na sala, uma com um uniforme azul e outra com um uniforme esbranquiçado. Encaminharam-nos então para um túnel escuro onde o único som que se ouvia era o anúncio do meu nome (e provavelmente das outras meninas) e a única luz visível era ao fundo do mesmo. Um  leve sorriso foi esboçado no meu rosto ao passar a ponte de gelo, que se desfez atrás de mim, deixando-me numa arena rodeda de água, como as que vira na televisão. Do outro lado da arena estavam três pessoas, dois com armaduras idênticas à minha e outro com uma de cor vermelha. Ao que parecia defrontavamos dois dobradores de terra e um de fogo. Andei calmamente para o lado direito do espaço, olhando para os meus adversários pelo canto do olho e sorrindo maliciosamente.

Olhei rapidamente em volta, enquanto o apresentador anúnciava as regras, e vi alguns discos de pedra empilhados ao meu lado. Eram somente aqueles pedaços de rocha que podia usar, tanto para me defender como para atacar... Apesar da minha dobra não ser uma das melhores eles eram pequenos o suficiente para os controlar com alguma precisão, podendo desferir ataques rápidos. Ao ouvir o som do gongo e o grito do apresentador, bato suavemente com o pé esquerdo no chão erguendo três discos do chão. Com um movimento rápido de braços, lanço dois dos discos em direção do dobrador vestido de vermelho com o intuito de atingir a sua tíbia direita pelo lado direito e o seu peito pelo lado esquerdo. Com o terceiro disco tentaria proteger-me de algum projétil lançado contra mim e se mais algum viesse em minha direção, esquivar-me-ia para o meu lado esquerdo.

#4

Roku

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Lhokita se mantém parada mas seus olhos pulam de um adversário para o outro esperando alguma movimentação. O primeiro a aparentemente fazer alguma coisa, é um dobrador de terra. Ele mantém a posição básica de dobradores de terra, com os joelhos flexionados e pés afastados, porém firmes, como uma rocha. Ergue a palma da mão esquerda, fazendo dois dos discos de pedra se erguerem, porém, Salem faz o mesmo.
 
Em ambos os lados, Salem e o outro dobrador de terra sentem muita facilidade na elevação dos discos, mais do que sua habilidade de dobra normalmente permitia. Aparentemente, os materiais da arena eram feitos para tornar a batalha consideravelmente mais interessante, mesmo quando os dobradores não eram pessoas muito habilidosas.
 
O dobrador do time adversário soca o ar com força e fúria, fazendo os discos que estavam levitando voarem com muita velocidade. Um deles ia contra Salem, o outro contra Rukia. A dobradora de ar tinha uma agilidade tremenda, vinda do seu elemento, e sem muita dificuldade ela gira para o lado se esquivando do ataque adversário.
 
Já Salem, tenta usar um terceiro disco para se proteger. Ele consegue, e os dois discos se chocam e estouram. Mas sua dobra dividida em grandes quantidades de elemento se tornava mais lenta, como se sua força fosse dividida entre uma determinada quantidade de coisas para manter de pé, e por isso, quando ele movimenta o corpo para que os outros dois discos fossem contra o dobrador de fogo, o mesmo consegue desviar, apesar de atingi-lo na perna enquanto ele gira, mas sem causar muitos danos consideráveis.
 
Aproveitando a deixa, o dobrador de fogo se aproxima, com dificuldade, provavelmente pela perna dolorida pelo disco de pedra, e desfere um soco na direção do trio. Do seu punho, como o rugido de um dragão, sai uma rajada de chamas na direção de Rukia, Lhokita e Salem. A dobradora de ar tenta afastar o fogo com a rajada de ar, mas na verdade o seu elemento só alimentou as chamas.
 
Os três sentiram o ar esquentar, mas o que os salvou foi a distância, o fogo se consumiu antes de alcança-los. Porém, os três certeza que talvez alguns fios de seus cabelos tinham se queimado.
 
O outro manipulador do time adversário se move, finalmente, girando uma única pedra, ao invés de um dos discos de terra, e concentrando sua dobra nela. Ele movia-a com mais facilidade e velocidade que o dobrador anterior, pois era um objeto menor e menos denso, o que facilitava na sua dobra.
 
Ele dispara-o na direção de Lhokita, e a mesma desvia, com dificuldade. Ela sente inclusive o vento causado pela velocidade da rocha em sua nuca. Provavelmente, ela teria perdido uns dentes se aquilo houvesse a acertado. Porém, a mesma não fica parada após isso. Uma quantidade considerável de água flui para o ar de um balde, com os movimentos de braço da garota. Ela leva aquilo até os pés de um dos inimigos, e tenta solidifica-la com um esforço a mais. A água sequer reage. Ela ainda não entendia os princípios da dobra o suficiente para congelar a água, e o dobrador de terra chacoalha os pés descalços para afastar o elemento e ergue uma sobrancelha. Eles estavam longe, mas Lhokita podia jurar que ele tinha falado “Que merda você tá fazendo?”.
 
Os movimentos da batalha foi o suficiente para aproximá-los consideravelmente. E agora, apenas cerca de 10 metros separava os dobradores. Eles notaram algo simples. A dobra de fogo necessitava um número maior de movimentos dos pés, como uma dança, enquanto a dobra de terra se consistia em manter-se firme no solo e movimentar com mais frequência, os braços.
 

Os inimigos erguem dois discos de pedra, e começam a se movimentar, prontos para iniciar uma nova rajada de ataques.


Situação da Arena:





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#5
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É quando os discos de terra começam a voar que minha ficha cai. Estava apreensiva demais e isso prejudicaria meu time.
Olho para um lado, vendo a garota que habilmente esquiva de um dos discos voadores; e para o outro, para o garoto que, sem piedade, arremessava seus discos. Sim, eu deveria fazer mais do que melhor o pé do oponente.

Sentir a ventilada que recebi na nuca me fez perceber que seria uma péssima ideia ficar tentando esquivar daqueles projéteis, por isso não poderia ficar insistindo no que poderia vir a ser um erro.
Ainda em posição de guarda, olho para o pé encharcado de meu oponente... Será que eu realmente não tinha a habilidade de fazer a água virar gelo?

Deixando isto de lado, volto a esperar os discos que certamente viriam contra mim. Desta vez uso a água que estava flutuando ao meu redor para "acolher" o disco, fazendo com que ele vire "minha propriedade", depois giro o corpo para continuar com o embalo e velocidade que ele veio e o arremesso de volta na direção que foi arremessado, tentando, de preferência acertar a cara de meu oponente.
Depois de atirar o disco envolto de água, tento congelar a perna que estava molhada, tentando, além de confirmar se eu tinha capacidade para isto, fazer o inimigo desequilibrar e ter mais chances de ser atingido.

Depois do feito volto à minha posição de guarda, recolhendo mais água ao meu redor. Tento prestar mais atenção aos meus aliados, para perceber quando algum deles estiver com problemas.

-- Vamos nos aproximar um pouco -- Digo para meus aliados, afinal, se continuássemos próximo da borda correríamos perigo.

Deixo pra avançar com meu grupo, pois avançar sozinha seria perigoso.

Obs: Se o que vier contra mim for um ataque de fogo, uso a água ao meu redor para apagá-lo, e faço o movimento descrito com qualquer outro disco que vier na direção de meus aliados.

#6
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Enquanto a luta se desenrolava eu prestava atenção na forma como o dobrador de fogo se movimentava... seus passos eram firmes e bem calculados, logo uma luz se acendeu na minha cabeça. Ba Gua era uma arte marcial antiga que consistia em movimentos ágeis, circulares e leves... no entanto, a dobra de ar se baseava nisso tudo. Depois de me esquivar do primeiro ataque e quase ter virado churrasquinho, deixo a mente limpa de tormentos e foco em ficar leve, não só fisica mas também mentalmente.

Ouviria as palavras de Lhokita e concordaria com um aceno de cabeça, como eu estava no meio dos dois me aproximo um pouco mais, ficando atenta aos movimentos deles e aos objetos que poderiam vir ao meu redor.

Com a mente já limpa e já me sentindo um pouco mais leve me viraria de lado para a esquerda, deslizaria meu pé esquerdo pelo chão de forma que ficasse esticado como se fosse desenhar um circulo, movimentaria meus braços como se segurasse uma bola invisível, daria um impulso para um pulo não tão alto e giraria no ar num ângulo que ficasse de frente para eles. Com os mais movimentos leves controlaria o ar para acompanhar-me e lançaria ao mesmo tempo um corte com as mãos, que, se conseguisse, faria um corte de ar mais forte em direção ao dobrador de fogo... em diagonal.

Quando atingisse o chão, esquivaria do que fosse preciso e possível, já me preparando para uma futura defesa, com uma perna para trás e a outra mais para frente, as mãos estilo box mas espalmadas no ar... a perna que estaria atrás serviria para dar impulso... tanto para a esquiva ou para uma parede de ar (se possível)

Todavia, estou atenta para o que for, minha agilidade e algum impulso com o ar me dava mais segurança para uma defesa ou esquiva.

#7

Roku

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Lhokita percebeu que ali não era lugar para tentativas. Ela sabia o que podia fazer, e faria. Deixando a apreensão de lado, seu corpo fluiu no campo de batalha com suavidade, como se fosse feito puramente de água. Cada movimento do seu corpo balançava, como o mar, cada respiração era suave, como um lago, mas seu espírito era implacável, como a chuva. Com uma posição de dobra quase perfeita, ela esperou o movimento inimigo. Ela tinha que fluir de acordo com o que lhe era dado, como o rio flui na direção do mar, de acordo com os caminhos que possui.
 
E como uma rocha, novamente o dobrador de terra ergueu o disco, dando um soco no ar na direção de Lhokita. Ela envolveu o disco com água, movimentou o pé esquerdo como uma bailarina, mantendo o direito como eixo, girando ao redor do corpo enquanto guiava o disco de terra já não mais no controle do seu dobrador anterior, mas ainda com a mesma velocidade, controlando-o como se houvesse uma corda invisível entre sua mão e o disco envolto na bolha de água e o mesmo retornou para o dobrador de terra.
 
“Puff” foi o som que fez o disco estourando no rosto daquele inimigo, com brutalidade. Pouco se foi visto, mas enquanto ele era disparado para trás, todo sua face estava manchada de sangue e consideravelmente deformada. Mas o mesmo caiu na piscina e imediatamente os dobradores curandeiros foram apará-lo. Enquanto isso, o outro dobrador de terra sentiu seu pé se congelando, mas o disco já estava erguido, e só teria problemas no próximo movimento.
 
Essa era uma arena amadora e vazia, mas o narrador imediatamente se animou enquanto descrevia aquilo, e os poucos 10 homens que estavam ali assistindo, começaram a prestar mais atenção e se animaram com o rumo que a situação estava tomando. Afinal, a batalha estava começando a ficar legal.
 
Salem ficou parado sem fazer nada. E por isso, um disco foi disparado na sua barriga com tanta velocidade que sua visão ficou embaçada, e como um gato arrastado deixa marca de garras no chão, seus pés deixaram rastros de 1 metro com o empurrão.
 
O próximo era o dobrador de fogo. Ele dançou, girando como um dragão dando um pulo para a frente em direção aos inimigos, e chamas surgiram em seus dedos e pés enquanto ele se movimentava. Porém, Rukia não ficou parada nem por um instante. Ela imediatamente usou uma complexa posição de dobra de ar, que poucos sabem utilizar, saltou no ar como uma folha soprada ao vento. Uma esfera de ar se formava em sua mão, em giro constante, e ela foi repartida em duas lâminas de vento, como discos feitos de lâminas de ar giratórias.
 
Enquanto a dobradora dançava no ar, o dobrador de fogo completa sua movimentação, soltando novamente pelo punho um rugido como o de um dragão, e um jato de chamas voou na direção deles. Mas Rukia disparou a primeira lâmina. O vento empurrou o fogo, alimentando-o e jogando ele na direção contrária. O dobrador de fogo e o de terra fizeram uma careta, com as chamas ainda maiores voltando em sua direção.
 
O dobrador de fogo e o de terra se queimaram consideravelmente com esse golpe, e o gelo que congelava a perna do dobrador de terra se descongelou. As roupas deles estavam se queimando também, mas o dobrador de fogo moveu os braços e elas se apagaram, junto das tochas. Algumas partes do corpo do dobrador de fogo estavam quase em carne viva, mas ele apenas rugiu e recuou, enquanto Lhokita e Rukia avançavam.
 

O narrador ficou sem palavras, e a pequena plateia, rugia. Rukia iria disparar a outra lâmina de vento, mas de repente, como um suspiro, sua posição se desmancha e ela cai no chão. As duas dobradoras percebem uma coisa interessante com isso. Uma, elas podiam fazer sim coisas complexas, mas devido ao seu pouco poder de dobra, se cansavam muito rápido ao forçar coisas desse tipo, e com certeza corriam o risco de errar e acabarem se machucando. Rukia olha para os braços, e vê eles repletos de cortes por produzir as lâminas de vento. Não eram fundos, mas ela deveria tomar cuidado. 


 



Dobrador de Fogo Adversário - 50%
Dobrador de Terra Adversário 1 - 0%
Dobrador de Terra Adversário 2 - 80%

Obs: Rukia e Lhokita já cruzaram até a parte vermelha da arena, mas Salem voltou à extremidade da azul. Os dobradores adversários recuaram e estão quase à beira.




Now I see fire, Inside the mountains, I see fire, Burning the trees
And I see fire, Hollowing souls, And I see fire, Blood in the breeze
And I hope that you remember me...
#8
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Estava começando a entender como tinha que fazer. Senti o poder da água fluir sob mim como flui rio abaixo, sem perder a graciosidade e constância.
E pelo visto não era só eu que estava aprendendo a "despertar" seus poderes. Vejo a garota ao meu lado fazer mais um movimento impressionante, que fez parecer minha vitória contra o dobrador de terra não ser grande coisa.
Contudo, a dobradora de ar pareceu ter feito demais naquele movimento. Eu teria que cuidar da retaguarda enquanto meus 2 aliados se recuperavam.

A julgar pela situação inimiga, provavelmente o dobrador de terra começaria atacando, já que o de fogo parecia mais abatido, e provavelmente mais cansado.
Continuo assistindo o movimento inimigo. Como a água é um elemento lento, começar atacando seria uma perda de tempo, já que eles esquivariam e eu perderia minha oportunidade.

Se o dobrador de terra começar atacando, faço o mesmo movimento anterior só que ao invés de atacar o disco de terra envolto de água na direção do arremessador, o atiro na cara do dobrador de fogo que provavelmente estaria "distraído" com a vantagem numérica que meu time tem. Isso talvez surpreenderia tanto o dobrador de terra quanto o de fogo, fazendo com que minha aliada tivesse uma oportunidade de acertar seu próximo movimento sem precisar de muito esforço.

Depois de arremessar o disco volto com meus braços para trás, mas somente para "puxar" mais água para mim. Faço alguns movimentos circulares, concentrando mais água do que eu estive costumada a usar nesta batalha, depois volto a esticá-los para frente, derramando toda a água no chão, fazendo com que chegue nos pés inimigos até o final da arena. Respiro fundo, enchendo meus pulmões de ar e então em um movimento calmo enquanto solto a ar faço um chão de gelo com a água que arremessei.
Esperava que depois de ter "aprendido" a congelar a água como fiz com o dobrador de terra anteriormente, conseguisse fazer o chão de gelo para fazer com meus inimigos perdessem a estabilidade. Assim minha aliada poderia facilmente empurrá-los para fora do ring.

Volto à posição de defesa, recolhendo mais água ao meu redor caso precise me defender.

obs: Caso seja o dobrador de fogo que comesse atacando, uso a água para apagar o fogo e espero o risco que o dominador de terra vai atirar hora ou outra.

#9
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Havia conseguido efetuar o movimento e consequentemente me sentia mais leve, fico orgulhosa com o pequeno feito e observo Lhokita, a dobradora de água havia eliminado um dos caras... aparentemente já estava conseguindo manipular bem a dobra. Fico feliz por ela, mas logo vejo meu braço.. haviam alguns cortes provavelmente adquiridos com meu esforço, precisava pegar leve.. meu corpo não estava tão acostumado... ainda.

Agora restavam dois, um parcialmente queimado pelo meu corte de ar e o outro também, mas nem tanto... penso então se seria a hora certa de desequilibra-los... talvez se fizesse isso, a garota desse um jeito de tirá-los da arena. Éramos uma equipe, então agiria em harmonia com a mesma. Provavelmente ela usaria um dos discos de terra para uso dela e atacaria no dobrador de fogo... como era o mais machucado, o foco seria ele mesmo.

Ainda atenta as coisas, busco primeiro me esquivar de algo.. dando mais um tempo pro meu corpo e então entraria em ação. Para fazer um corte era necessário um esforço em maior, pelo que havia percebido..então tentaria algo mais fácil... com um movimento ágil e suave de pés em círculos, movimentaria os braços como se puxasse o ar, giraria as mãos rapidamente e socaria na direção do dobrador de fogo, um ataque direto como uma rajada, com intenção de desequilibrá-lo.

Depois disso, apenas fico mais atenta ainda para uma possível defesa se necessário, precisava guardar um pouco de energia... se não acabaria desmaiando... a queda não tinha sido nada legal.  

#10

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#11

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